Indonésia em formato A4 – avisos à navegação

Chegar: Desde Lisboa, é possível chegar a Jacarta ou a Bali (Denpassar) com escala numa cidade europeia ou no Dubai por cerca de 700 euros (ida e volta), desde que o bilhete seja comprado com antecedência. Lufhtansa, KLM/Air France, Turkish Airlines ou Emirates são algumas das opções. Os portugueses que fiquem menos de 60 dias não precisam de visto para entrar na Indonésia.

 

Transportes locais: Vai ser preciso usar táxis (ou shuttles turísticos), já que os transportes públicos são virtualmente inexistentes ou seriamente problemáticos, consoante o local… Mas existem comboios na ilha de Java e toda a gente voa para todo o lado entre as ilhas, nas muitas companhias low cost que existem (horários e bilhetes em www.tiket.com, por exemplo).

 

Custos médios e alojamento: Pode fazer-se sem grande esforço uma média de 50 euros/dia para alojamento, alimentação e alguns transportes e visitas locais, se se prescindir de hotéis de quatro e cinco estrelas e de restaurantes ocidentais.

Bali é um pouco diferente do resto da Indonésia, mais preparada para o turismo estrangeiro e com diversas ofertas de luxo.

De resto, se se quiser um hotel médio, os preços poderão oscilar entre os 15 e os 35 euros/noite, quer numa cidade grande, quer num bungalow na praia, subindo rapidamente consoante o que se pretender adicionar de luxos ocidentais.

 

Quando ir: As ilhas de Java, Bali e Lombok têm a sua estação das chuvas sensivelmente entre Dezembro e Abril, pelo que esses são os meses mais complicados para visitar e circular entre destinos. Julho e Agosto são meses muito concorridos, especialmente pela presença de (ainda) mais turistas ocidentais e em que os preços sobem. O final do Ramadão (variável em cada ano) é altura de férias para os indonésios, pelo que também pode ser uma época a evitar, já que o habitual é visitar-se a família nesse período e há muitos milhões de pessoas a viajar dentro do país.

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